No início Tatooine era uma meia arrastão sobre uma câmera, o Star Destroyer era parte de um frasco de remédio e a Millenium Falcon era um pedaço de sucata. Mas nos primeiros passos da tecnologia dos computadores, esses eram efeitos especiais de primeira linha, criados por um time de pioneiroos com engenhosidade o suficiente para se equiparar a NASA, e uma herança que se mantém até hoje.
Guerra nas Estrelas (ou Star Wars - Episódio 4: Uma nova esperança, como foi oficialmente rebatizado ao ser relançado nos cinemas em 1997) não apenas lançou um elenco de personagens-ícone e a mais bem sucedida franquia de cinema na história, como também criou uma geração de gurus em efeitos especiais e anunciou o alvorecer da era CG nos filmes. Na época em que a Fox aprovou o projeto, aa maioria dos estúdios havia fechado, deixando George Lucas com uma única opção: fundar um complexo interno que pudesse criar todos os truques necessários para contar sua história. Ele pensou em vários artistas para o trabalho de supervisionar os efeitos incluindo Douglas Trumbull um dos arquitetos-chefe de 2011: Uma Odisséia no Espaço, e o especialista em stop-motion Jim Danforth, mas ambos recusaram.
Lucas acabou contratando John Dykstra, que havia trabalhado em Corrida Silenciosa, de Trumbull, antes de se aventurar no pioneirismo de trabalhar com aquelas coisinhas novas chamadas computadores. Finalmente em 1975, ele fundou a companhia que, após suas fantásticas realizações em Guerra nas Estrelas, se tornaria a empresa líder no setor de efeitos especiais em todo mundo: a Industrial Light & Magic (ou simplesmente a IL&M).






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